quinta-feira, 31 de maio de 2007
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Deus Neptuno
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quinta-feira, maio 31, 2007
Caros amigos
Perde-se no tempo ( já lá vão uns anitos!...) a altura em que vos conheci.
O vosso lugar passou a ser “naquele cantinho” que reservamos para os amigos, tal a empatia que a vossa alegria, a qualidade das vossas interpretações, a vossa forma descontraída de estar e ser, enfim… aquele vosso jeito especial de irradiar boa disposição, me transmitiram.
Aquilo que conheci, como umas brincadeiras de um grupo de amigos para “animar a malta”, depressa se transformou num projecto que envolveu a Figueira. Hoje, quando alguém do nosso concelho pretende garantir uns momentos de boa música, mas também de alegria e são convívio, o nome da Imperial Neptuna é incontornável.
Ao contrário de muitos grupos de jovens que se desfazem com as mudanças a que a vida obriga, o vosso, cimentado na amizade que dele emana, vai crescendo, crescendo…
O vosso papel na nossa Figueira passou a ser o de embaixadores. Embaixadores da boa música, da alegria e da amizade que todos apreciamos. Nos “quatro cantos” onde têm actuado sabemos que a nossa terra tem sido divulgada e elogiada
Não têm conta as vezes que solicitei a vossa participação, quer enquanto Presidente da Junta, quer nas colectividades e sempre obtive um sim e um abraço! De dinheiro nunca falámos! Sabiam que haveria a “bejeka , qualquer coisa a acompanhar e… amigos! É isso que conta e é isso que fica!
Obrigado!
Paz Cardoso - Vereador da CMFF
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Perde-se no tempo ( já lá vão uns anitos!...) a altura em que vos conheci.
O vosso lugar passou a ser “naquele cantinho” que reservamos para os amigos, tal a empatia que a vossa alegria, a qualidade das vossas interpretações, a vossa forma descontraída de estar e ser, enfim… aquele vosso jeito especial de irradiar boa disposição, me transmitiram.
Aquilo que conheci, como umas brincadeiras de um grupo de amigos para “animar a malta”, depressa se transformou num projecto que envolveu a Figueira. Hoje, quando alguém do nosso concelho pretende garantir uns momentos de boa música, mas também de alegria e são convívio, o nome da Imperial Neptuna é incontornável.
Ao contrário de muitos grupos de jovens que se desfazem com as mudanças a que a vida obriga, o vosso, cimentado na amizade que dele emana, vai crescendo, crescendo…
O vosso papel na nossa Figueira passou a ser o de embaixadores. Embaixadores da boa música, da alegria e da amizade que todos apreciamos. Nos “quatro cantos” onde têm actuado sabemos que a nossa terra tem sido divulgada e elogiada
Não têm conta as vezes que solicitei a vossa participação, quer enquanto Presidente da Junta, quer nas colectividades e sempre obtive um sim e um abraço! De dinheiro nunca falámos! Sabiam que haveria a “bejeka , qualquer coisa a acompanhar e… amigos! É isso que conta e é isso que fica!
Obrigado!
Paz Cardoso - Vereador da CMFF
quarta-feira, 30 de maio de 2007
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Deus Neptuno
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quarta-feira, maio 30, 2007
... e viva a Tuna!
Já lá vão os tempos idos de 1889, data da criação do grupo de vozes - Estudantina Figueirense, que começou por incentivar o canto orfeónico na Figueira. Apenas sete anos após a Figueira ter ascendido à categoria de cidade! Um burgo ainda pequeno e pobre mas culturalmente desenvolvido.
Depois o órfeão do Ginásio... e outros que surgiram e que desapareceram com o passar dos anos.
Actualmente a Imperial Neptuna - Tuna da Cidade da Figueira da Foz, é já uma referência ao nível da qualidade técnica-artística. Pelos instrumentistas e vozes, classifico-o com nota alta no leque das tunas portuguesas. Representa o academismo figueirense e o concelho, terra que agora comemora 125 anos de cidade e o sabor do centenário da célebre Marcha do Vapor - emblemática composição musical de autoria de Manuel Dias Soares (música) e António Pereira Correia (letra).
Este tema também faz parte do multifacetado leque de opções da Neptuna. Arranjo próprio, original e cativante. A Imperial Neptuna, que acompanho com atenção desde a sua criação, revela-se aqui também criadora, mas sobretudo carinhosa para com os temas que, com outra roupagem estética, podemos ressusitar e fazer entrar nos ouvidos dos que hoje vivem a Figueira.
Parabéns pela persistência e qualidade!
António Jorge Lé - Director do semanário "O Figueirense"
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Já lá vão os tempos idos de 1889, data da criação do grupo de vozes - Estudantina Figueirense, que começou por incentivar o canto orfeónico na Figueira. Apenas sete anos após a Figueira ter ascendido à categoria de cidade! Um burgo ainda pequeno e pobre mas culturalmente desenvolvido.
Depois o órfeão do Ginásio... e outros que surgiram e que desapareceram com o passar dos anos.
Actualmente a Imperial Neptuna - Tuna da Cidade da Figueira da Foz, é já uma referência ao nível da qualidade técnica-artística. Pelos instrumentistas e vozes, classifico-o com nota alta no leque das tunas portuguesas. Representa o academismo figueirense e o concelho, terra que agora comemora 125 anos de cidade e o sabor do centenário da célebre Marcha do Vapor - emblemática composição musical de autoria de Manuel Dias Soares (música) e António Pereira Correia (letra).
Este tema também faz parte do multifacetado leque de opções da Neptuna. Arranjo próprio, original e cativante. A Imperial Neptuna, que acompanho com atenção desde a sua criação, revela-se aqui também criadora, mas sobretudo carinhosa para com os temas que, com outra roupagem estética, podemos ressusitar e fazer entrar nos ouvidos dos que hoje vivem a Figueira.
Parabéns pela persistência e qualidade!
António Jorge Lé - Director do semanário "O Figueirense"
1º Sarau da INA - Janeiro de 1999
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quarta-feira, maio 30, 2007
Bruno Amaro; Paul Michael; Prof. Pereira Neto- Tuno Honorário; Maria Angélica - Madrinha; Dr. Gama e esposa - Ginásio Club Figueirenseterça-feira, 29 de maio de 2007
Tunas participantes no X FITAFF - Fanfarra
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terça-feira, maio 29, 2007
Historial:
A Fan-Farra Académica de Coimbra foi fundada em 1987 e é por assim dizer, um dos organismos músicais dos FANS - Falange de Apoio Negro - claque universitária da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF). O surgimento desta tuna universitária ficou a dever-se à necessidade que os FANS sentiam, aquando das suas deslocações acompanhando as diversas equipas da AAC, em divulgar e mostrar a tradição Academico/Coimbrã, já que fora dos recintos desportivos, o convívio com as gentes dessas localidades acabava quase sempre à volta de uma mesa cantando e bebendo uns copos.
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A Fan-Farra Académica de Coimbra foi fundada em 1987 e é por assim dizer, um dos organismos músicais dos FANS - Falange de Apoio Negro - claque universitária da Associação Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol (AAC/OAF). O surgimento desta tuna universitária ficou a dever-se à necessidade que os FANS sentiam, aquando das suas deslocações acompanhando as diversas equipas da AAC, em divulgar e mostrar a tradição Academico/Coimbrã, já que fora dos recintos desportivos, o convívio com as gentes dessas localidades acabava quase sempre à volta de uma mesa cantando e bebendo uns copos.A Fan-Farra Académica conta com um número variável de elementos uma vez que, ao longo do ano, uns vão saindo porque acabam o curso enquanto entram outros. Os Fan-Farrões - os elementos da Fan-Farra - são estudantes universitários em Coimbra e, como tal, trajam a tradicional Capa e Batina, que já levaram por todo o continente português, Açores, Madeira, Espanha, França, Alemanha, Canadá e Macau.
Em 1993, a Fan-Farra Académica de Coimbra editou o seu primeiro disco - Trovador - exclusivamente com canções originais (sendo de resto a primeira tuna portuguesa a fazê-lo).
O caminho percorrido até aqui criou grandes responsabilidades e fez com que novos projectos fossem delineados de modo a proporcionar às gerações vindouras de estudantes universitários, mais um espaço de convívio, de troca de experiências, de um conhecimento mais profundo da Academia.
O caminho percorrido até aqui criou grandes responsabilidades e fez com que novos projectos fossem delineados de modo a proporcionar às gerações vindouras de estudantes universitários, mais um espaço de convívio, de troca de experiências, de um conhecimento mais profundo da Academia.
Em Maio de 1997, culminando um periodo de intenso trabalho na busca de novos rumos musicais, é lançado um segundo trabalho discográfico – FANtasias. Este CD, também de originais, representa para a Tuna a concretização de um novo projecto.
Usando sempre o princípio de representar Coimbra com irreverência, respeito e qualidade, a FAN-Farra Académica, no ano do seu 20º Aniversário continua mais uma vez a marcar presença em muitos e variados espectáculos, marcando desta vez presença no grandioso FITAFF, na belíssima cidade da Figueira da Foz.
Testemunho
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terça-feira, maio 29, 2007
Meus caros amigos:
Vão decorridos 12 anos, depois que um punhado de jovens audazes e corajosos, lançarem as primeiras pedras neste magnifico castelo, a que se chamou Imperial Neptuna Académica.
Desde o primeiro dia que acompanhei, bem de perto, o seu crescimento, sendo certo que, embora a passo lento, sempre avançou sem recuos e hesitações. Confesso que muitas vezes me passou pela ideia que tudo isto não chegaria a bom termo e que findaria com um estrondoso fracasso. Enganei-me…
O Deus dos Mares, que aliás é nosso patrono, das areias brancas desta que é a rainha das praias, soprou-nos no bom caminho, e hoje, decorridos que são 12 anos, todos nos orgulhamos de ter visto nascer, crescer e amadurecer aquela que tanto amamos, a Imperial Neptuna Académica.
Sinto imenso orgulho e satisfação, de um dia ter sido considerado Tuno Honorário, sendo certo que é com alguma vaidade e carinho que trajo a capa que me ofereceram e exibo o diploma de reconhecimento.
Nesta altura de festa para todos, nada mais poderei dizer que não seja dar os parabéns a todos os Tunos que estão e aqueles que já saíram e ainda dar-vos uma palavra de coragem para que não desistam e continuem a elevar e a difundir por toda a parte, esta maravilhosa Tuna que tanto amamos.
Pela minha parte, posso-vos garantir que sempre vos continuarei a apoiar e a ajudar na medida das minhas possibilidades.
Com um grande abraço
Gil Inácio - Tuno Honorário
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Vão decorridos 12 anos, depois que um punhado de jovens audazes e corajosos, lançarem as primeiras pedras neste magnifico castelo, a que se chamou Imperial Neptuna Académica.
Desde o primeiro dia que acompanhei, bem de perto, o seu crescimento, sendo certo que, embora a passo lento, sempre avançou sem recuos e hesitações. Confesso que muitas vezes me passou pela ideia que tudo isto não chegaria a bom termo e que findaria com um estrondoso fracasso. Enganei-me…
O Deus dos Mares, que aliás é nosso patrono, das areias brancas desta que é a rainha das praias, soprou-nos no bom caminho, e hoje, decorridos que são 12 anos, todos nos orgulhamos de ter visto nascer, crescer e amadurecer aquela que tanto amamos, a Imperial Neptuna Académica.
Sinto imenso orgulho e satisfação, de um dia ter sido considerado Tuno Honorário, sendo certo que é com alguma vaidade e carinho que trajo a capa que me ofereceram e exibo o diploma de reconhecimento.
Nesta altura de festa para todos, nada mais poderei dizer que não seja dar os parabéns a todos os Tunos que estão e aqueles que já saíram e ainda dar-vos uma palavra de coragem para que não desistam e continuem a elevar e a difundir por toda a parte, esta maravilhosa Tuna que tanto amamos.
Pela minha parte, posso-vos garantir que sempre vos continuarei a apoiar e a ajudar na medida das minhas possibilidades.
Com um grande abraço
Gil Inácio - Tuno Honorário
segunda-feira, 28 de maio de 2007
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segunda-feira, maio 28, 2007
Tendo em atenção que a dimensão do meio Universitário Figueirense é nos dias que correm diminuta, a Imperial Neptuna Académica - Tuna da Cidade da Figueira da Foz, assume um papel aglutinador dos escassos recursos humanos que ainda restam, lutando contra o desinteresse geral do meio académico.
Não obstante todas as dificuldades existentes, assume um papel importante, na divulgação da tradição tunante, contribuindo para um crescimento e fortalecimento, baseado numa saudável concorrência, de outras tunas figueirenses, o que não deixa de ser importante.
Alicerçando a inovação com a tradição, a Imperial Neptuna Académica, como tuna da cidade que é, (a par de outras instituições, como sejam ranchos, escolas de samba, e outras mais) representa e ocupa um espaço, para o qual se deverá olhar com interesse, merecendo como tal o nosso reconhecimento.
Bruna - Tuna Académica da Universidade Internacional da Figueira da Foz
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Não obstante todas as dificuldades existentes, assume um papel importante, na divulgação da tradição tunante, contribuindo para um crescimento e fortalecimento, baseado numa saudável concorrência, de outras tunas figueirenses, o que não deixa de ser importante.
Alicerçando a inovação com a tradição, a Imperial Neptuna Académica, como tuna da cidade que é, (a par de outras instituições, como sejam ranchos, escolas de samba, e outras mais) representa e ocupa um espaço, para o qual se deverá olhar com interesse, merecendo como tal o nosso reconhecimento.
Bruna - Tuna Académica da Universidade Internacional da Figueira da Foz
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segunda-feira, maio 28, 2007
Comemora-se no próximo dia 31 de Maio o 12º aniversário da fundação da Imperial Neptuna Académica.
Passados 12 anos, a cidade e em particular a Junta de Freguesia de S. Julião devem sentir-se honrados por terem entre portas uma Instituição que, por mérito próprio, muito tem dignificado o nome da Figueira da Foz.
Naturalmente que ao longo de todo este processo surgiram dificuldades, contudo, o dinamismo, o empenho a perseverança e porque não dize-lo a irreverência própria da idade, tudo venceram e a Imperial Neptuna Académica - Tuna da Cidade da Figueira da Foz é hoje um cartaz apetecível tanto em Portugal como no Estrangeiro.
O FITAFF é um bom exemplo de uma manifestação de carácter cultural que durante um fim de semana anima e de que maneira, a Figueira da Foz e as diversas freguesias envolvidas.
É motivo de orgulho termos em S. Julião uma Tuna que decididamente contribui para o enriquecimento cultural de uma região.
Um abraço e votos sinceros de sucesso.
Vitor Coelho - Presidente da Junta Freguesia de São Julião
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Passados 12 anos, a cidade e em particular a Junta de Freguesia de S. Julião devem sentir-se honrados por terem entre portas uma Instituição que, por mérito próprio, muito tem dignificado o nome da Figueira da Foz.
Naturalmente que ao longo de todo este processo surgiram dificuldades, contudo, o dinamismo, o empenho a perseverança e porque não dize-lo a irreverência própria da idade, tudo venceram e a Imperial Neptuna Académica - Tuna da Cidade da Figueira da Foz é hoje um cartaz apetecível tanto em Portugal como no Estrangeiro.
O FITAFF é um bom exemplo de uma manifestação de carácter cultural que durante um fim de semana anima e de que maneira, a Figueira da Foz e as diversas freguesias envolvidas.
É motivo de orgulho termos em S. Julião uma Tuna que decididamente contribui para o enriquecimento cultural de uma região.
Um abraço e votos sinceros de sucesso.
Vitor Coelho - Presidente da Junta Freguesia de São Julião
domingo, 27 de maio de 2007
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Deus Neptuno
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domingo, maio 27, 2007
Primeiro, quero deixar uma saudação muito especial a todos os Tunos da Figueira da Foz, aos que ainda exercem e aos que, “por obras valorosas”, continuam Tunos toda a sua vida, carregando consigo a tradição de bem Tunar.
Esta realidade musical que conhecemos, esta vivência cultural e social de vida académica, com espaço próprio e tradições já bem vincadas, é muito recente na história da nossa cidade. Veio, neste formato, com a instalação na Figueira da Foz dos 2 Pólos Universitários nos anos 90. Hoje, lamentavelmente, já só temos a Universidade Internacional, casa mãe da Imperial Neptuna.
Mas se é recente a criação das Tunas, é igualmente verdade que, em pouco tempo, souberam angariar prestígio, tornar-se conhecidas no concelho, por boas razões e vincaram um papel positivo de “Embaixadores da Figueira” no País e no mundo. Trouxeram alegria, boa música e difundiram-na por todas as freguesias do concelho. Assumiram e cumpriram, um papel cultural importante e registaram uma Marca que faltava à Figueira da Foz.
Foi essa a vida da Imperial Neptuna, ao longo de 12 anos, ao ponto de se tornar na Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Pelos 10 anos de vida do Festival, os meus Parabéns. Pela qualidade musical e pela forma como se entregaram à defesa cultural do nosso concelho, na sua área musical, o meu obrigado como autarca. Pela certeza que tenho na continuidade do muito bom trabalho que têm feito, o meu desejo de felicidades. À Tuna e aos Tunos, longa vida.
Dou, também, as boas vindas a todos quantos aceitaram participar neste Festival e deixo o desejo de que aqui, à Figueira da Foz, voltem sempre.
Lídio Lopes - Vereador da Juventude da CMFF
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Esta realidade musical que conhecemos, esta vivência cultural e social de vida académica, com espaço próprio e tradições já bem vincadas, é muito recente na história da nossa cidade. Veio, neste formato, com a instalação na Figueira da Foz dos 2 Pólos Universitários nos anos 90. Hoje, lamentavelmente, já só temos a Universidade Internacional, casa mãe da Imperial Neptuna.
Mas se é recente a criação das Tunas, é igualmente verdade que, em pouco tempo, souberam angariar prestígio, tornar-se conhecidas no concelho, por boas razões e vincaram um papel positivo de “Embaixadores da Figueira” no País e no mundo. Trouxeram alegria, boa música e difundiram-na por todas as freguesias do concelho. Assumiram e cumpriram, um papel cultural importante e registaram uma Marca que faltava à Figueira da Foz.
Foi essa a vida da Imperial Neptuna, ao longo de 12 anos, ao ponto de se tornar na Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Pelos 10 anos de vida do Festival, os meus Parabéns. Pela qualidade musical e pela forma como se entregaram à defesa cultural do nosso concelho, na sua área musical, o meu obrigado como autarca. Pela certeza que tenho na continuidade do muito bom trabalho que têm feito, o meu desejo de felicidades. À Tuna e aos Tunos, longa vida.
Dou, também, as boas vindas a todos quantos aceitaram participar neste Festival e deixo o desejo de que aqui, à Figueira da Foz, voltem sempre.
Lídio Lopes - Vereador da Juventude da CMFF
sábado, 26 de maio de 2007
Testemunho
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sábado, maio 26, 2007
Pediram-me para falar sobre Neptuna…
Falar sobre Neptuna é lembrar a 1ª actuação, memorável pela forma tão pouco ortodoxa como correu que nem teve final. É falar sobre os milhares de kms percorridos pela Europa, sem sequer banho tomarmos mas sempre de instrumentos em punho e sorriso nos lábios. Falar sobre Neptuna é lembrar o sorriso daquela senhora à varanda a quem dedicamos uma serenata, ou da rapariga bonita para quem tocamos à porta da loja de roupa. Falar sobre Neptuna é lembrar a bandeira da Figueira a abrir caminho em arruadas pelas cidades de todo o país e Europa. Falar sobre Neptuna é lembrar a lágrima do emigrante que entre dois acordes de uma canção se sentiu em casa.
Falar sobre Neptuna é lembrar o bêbado e o louco da aldeia que à nossa frente dançam como se ninguém estivesse a ver. Neptuna é o copinho de tinto bebido encostado ao balcão improvisado do arraial da aldeia, onde por alguns momentos o ti Jaquim e o ti Manel são os nossos melhores amigos.
Falar sobre Neptuna é lembrar os amigos que fazemos por esse Portugal fora, sempre à nossa espera de sorriso nos lábios e duas minis na mão. Falar sobre Neptuna é lembrar Évora, Viseu, Coimbra, Lisboa, Porto, Castelo Branco, Terrugem, Viana do Castelo, Braga, Bragança, Tomar, Açores, Madeira… É lembrar Amesterdão, Paris, Hannover, Bruxelas, Lodz, Budapeste, Luxemburgo…
Falar sobre Neptuna é sem sombra para dúvidas falar sobre Figueira, sobre a animação que as tunas trazem à cidade por ocasião do festival e a forma como enchemos o peito de força e orgulho sempre que cantamos a “Figueira” da Maria Clara ou a Marcha do Vapor.
Falar sobre Neptuna é dizer de peito aberto, “Meus amigos, eu estou pronto para mais dez anos, quem me acompanha??”
Falar sobre dez anos de Neptuna não é empresa fácil, pois quando se escreve a 3800km de distância, os dedos tendem mais para o saudosismo do que para a narrativa cronológica, toldando completamente o raciocínio.
No que me diz respeito, dedico este 10º aniversário do FITAFF aos teimosos que, como eu, trazem sempre a caravela a bom porto.
Um grande bem-haja e “Viv’ás tunas”
Bucareste, 24 de Maio de 2007
Bruno Amaro - ex. Presidente da Direcção da INA
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Falar sobre Neptuna é lembrar a 1ª actuação, memorável pela forma tão pouco ortodoxa como correu que nem teve final. É falar sobre os milhares de kms percorridos pela Europa, sem sequer banho tomarmos mas sempre de instrumentos em punho e sorriso nos lábios. Falar sobre Neptuna é lembrar o sorriso daquela senhora à varanda a quem dedicamos uma serenata, ou da rapariga bonita para quem tocamos à porta da loja de roupa. Falar sobre Neptuna é lembrar a bandeira da Figueira a abrir caminho em arruadas pelas cidades de todo o país e Europa. Falar sobre Neptuna é lembrar a lágrima do emigrante que entre dois acordes de uma canção se sentiu em casa.
Falar sobre Neptuna é lembrar o bêbado e o louco da aldeia que à nossa frente dançam como se ninguém estivesse a ver. Neptuna é o copinho de tinto bebido encostado ao balcão improvisado do arraial da aldeia, onde por alguns momentos o ti Jaquim e o ti Manel são os nossos melhores amigos.
Falar sobre Neptuna é lembrar os amigos que fazemos por esse Portugal fora, sempre à nossa espera de sorriso nos lábios e duas minis na mão. Falar sobre Neptuna é lembrar Évora, Viseu, Coimbra, Lisboa, Porto, Castelo Branco, Terrugem, Viana do Castelo, Braga, Bragança, Tomar, Açores, Madeira… É lembrar Amesterdão, Paris, Hannover, Bruxelas, Lodz, Budapeste, Luxemburgo…
Falar sobre Neptuna é sem sombra para dúvidas falar sobre Figueira, sobre a animação que as tunas trazem à cidade por ocasião do festival e a forma como enchemos o peito de força e orgulho sempre que cantamos a “Figueira” da Maria Clara ou a Marcha do Vapor.
Falar sobre Neptuna é dizer de peito aberto, “Meus amigos, eu estou pronto para mais dez anos, quem me acompanha??”
Falar sobre dez anos de Neptuna não é empresa fácil, pois quando se escreve a 3800km de distância, os dedos tendem mais para o saudosismo do que para a narrativa cronológica, toldando completamente o raciocínio.
No que me diz respeito, dedico este 10º aniversário do FITAFF aos teimosos que, como eu, trazem sempre a caravela a bom porto.
Um grande bem-haja e “Viv’ás tunas”
Bucareste, 24 de Maio de 2007
Bruno Amaro - ex. Presidente da Direcção da INA
sexta-feira, 25 de maio de 2007
A nossa história - Diário de Bordo
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Deus Neptuno
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sexta-feira, maio 25, 2007
Ao 31º dia do mês de Maio do ano de 1995, após a ingestão de alguns acordes musicais, sob o alto patrocínio do deus Baco, surge na Costa de Prata, Figueira da Foz, a Imperial Neptuna Académica.
O "levantamento da âncora" foi, como se supõe, difícil, pois foram muitas as dificuldades com que nos deparámos. No entanto, percorrido o "Cabo das Tormentas" – os longos e tortuosos ensaios – e defrontado o "Adamastor" – o temível ensaiador –, a I.N.A apresentou-se, finalmente, a 5 de Dezembro de 1995, na cidade de Seia, tendo sido, posteriormente, apadrinhada pela Infantuna Cidade de Viseu, aquando da realização do V FITUCV (Festival Internacional de Tunas Universitárias da Cidade de Viseu).
Este apoio e incentivo, que muito nos orgulham, contribuíram, irrefutavelmente, para a solidificação da nossa tenacidade e união, sentimentos imprescindíveis para a concretização do nosso projecto.
Como já tínhamos uma "Caravela" para "navegar", necessitávamos, agora, de um "porto seguro" para atracarmos ou, prosaicamente falando, para ensaiarmos. Este nosso objectivo foi conseguido através da boa vontade do Ginásio Clube Figueirense, que nos proporcionou o local ideal não só para ensaiarmos, mas também para organizarmos os nossos serviços administrativos (marinheiro que se preze sabe que é necessário algo mais do que o simples manuseamento do leme).
Como havia ainda um "imenso e possível oceano" a desvendar, sentimos que era imperativo aumentar o nosso grupo de "marinheiros". Assim, e como a nossa academia tinha um número reduzido de recursos humanos, fomos procurar novos companheiros a outros locais da nossa bela Cidade.
Para realizarmos esta pequena "viagem interna", e para não violarmos qualquer legalidade estabelecida, constituímos uma Associação Juvenil a 13 de Outubro de 1999 e tornamo-nos Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Esta nova etapa é a tradução fiel da nossa ligação ao meio que nos envolve. Passamos a sentir, de forma mais notória, a responsabilidade de sermos representantes não só de uma academia, mas de toda uma cidade que, pelo apoio e carinho dados, continuaria a merecer o nosso melhor.
Se o respeito e admiração pelo meio que nos acolheu já estaria presente, quer pela a adopção de clássicos – sendo disso exemplos a Marcha do Vapor, hino figueirense, e a Canção da Figueira, imortalizada pela voz de Maria Clara –, quer pela composição de originais – onde o mar, a serra e o Mondego são os protagonistas - , esses sentimentos tornar-se-ão indiscutíveis a 23 de Junho de 2000. Foi precisamente nesta data que abandonámos as nossas velhas "vestimentas" e adoptámos um novo traje: o traje da Estudantina da Figueira, datado de 1890.
O dia 23 de Junho de 2000, data em que se comemorava o 111º aniversário da referida estudantina, marcou definitivamente uma nova etapa para a I.N.A. Ao longo deste dia, revivemos os momentos passados por essa tuna em 1889, através da reconstituição de todos os seus passos. Foi um momento único para nós e para todos os figueirenses que, até então, desconheciam que existira uma Estudantina Figueirense. Foi a partir deste momento que tivemos o reconhecimento público não só da Câmara Municipal, como também das Instituições do nosso Concelho, que apostam em nós como veículo de promoção da nossa cidade.
O nosso esforço e espírito de aventura já nos tinham conduzido a outros projectos audazes, como seja a realização do nosso FITAFF (Festival Internacional de Tunas Académicas da Figueira da Foz) que, desde a 1ª edição, em 1998, foi um sucesso, quer em termos qualitativos – em relação às tunas convidadas –, quer em termos quantitativos – pelo elevado número de público presente. Foi este mesmo sucesso que levou a que gravássemos o CD do II FITAFF, apresentado ao público em Dezembro de 2001.
Ao longo destes anos de existência, foram muitas as dificuldades enfrentadas, foram muitos os aborrecimentos, mas foram muitos mais os momentos de alegria e de orgulho pelo trabalho conseguido. Mais do que nunca, entendemos as palavras do poeta:"…o homem sonha e a obra nasce.".
De facto, com esforço, dedicação e amizade tudo é possível.
Neste sentido, muito devemos aos nossos AMIGOS DA UNIVERSIDADE CATÓLICA, que tiveram a tenacidade e a audácia suficientes para enfrentar tamanho projecto connosco, e à UNIVERSIDADE INTERNACIONAL, o berço da I.N.A, agora Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Decorridos quase, quase quase...12 anos, a Imperial Neptuna Académica continua a apresentar no seu Diário de Bordo milhas e milhas percorridas por este nosso Portugal fora e também pela Europa, que serão reportadas no nosso Blog - Deus Neptuno.
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O "levantamento da âncora" foi, como se supõe, difícil, pois foram muitas as dificuldades com que nos deparámos. No entanto, percorrido o "Cabo das Tormentas" – os longos e tortuosos ensaios – e defrontado o "Adamastor" – o temível ensaiador –, a I.N.A apresentou-se, finalmente, a 5 de Dezembro de 1995, na cidade de Seia, tendo sido, posteriormente, apadrinhada pela Infantuna Cidade de Viseu, aquando da realização do V FITUCV (Festival Internacional de Tunas Universitárias da Cidade de Viseu).
Este apoio e incentivo, que muito nos orgulham, contribuíram, irrefutavelmente, para a solidificação da nossa tenacidade e união, sentimentos imprescindíveis para a concretização do nosso projecto.
Como já tínhamos uma "Caravela" para "navegar", necessitávamos, agora, de um "porto seguro" para atracarmos ou, prosaicamente falando, para ensaiarmos. Este nosso objectivo foi conseguido através da boa vontade do Ginásio Clube Figueirense, que nos proporcionou o local ideal não só para ensaiarmos, mas também para organizarmos os nossos serviços administrativos (marinheiro que se preze sabe que é necessário algo mais do que o simples manuseamento do leme).
Como havia ainda um "imenso e possível oceano" a desvendar, sentimos que era imperativo aumentar o nosso grupo de "marinheiros". Assim, e como a nossa academia tinha um número reduzido de recursos humanos, fomos procurar novos companheiros a outros locais da nossa bela Cidade.
Para realizarmos esta pequena "viagem interna", e para não violarmos qualquer legalidade estabelecida, constituímos uma Associação Juvenil a 13 de Outubro de 1999 e tornamo-nos Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Esta nova etapa é a tradução fiel da nossa ligação ao meio que nos envolve. Passamos a sentir, de forma mais notória, a responsabilidade de sermos representantes não só de uma academia, mas de toda uma cidade que, pelo apoio e carinho dados, continuaria a merecer o nosso melhor.
Se o respeito e admiração pelo meio que nos acolheu já estaria presente, quer pela a adopção de clássicos – sendo disso exemplos a Marcha do Vapor, hino figueirense, e a Canção da Figueira, imortalizada pela voz de Maria Clara –, quer pela composição de originais – onde o mar, a serra e o Mondego são os protagonistas - , esses sentimentos tornar-se-ão indiscutíveis a 23 de Junho de 2000. Foi precisamente nesta data que abandonámos as nossas velhas "vestimentas" e adoptámos um novo traje: o traje da Estudantina da Figueira, datado de 1890.
O dia 23 de Junho de 2000, data em que se comemorava o 111º aniversário da referida estudantina, marcou definitivamente uma nova etapa para a I.N.A. Ao longo deste dia, revivemos os momentos passados por essa tuna em 1889, através da reconstituição de todos os seus passos. Foi um momento único para nós e para todos os figueirenses que, até então, desconheciam que existira uma Estudantina Figueirense. Foi a partir deste momento que tivemos o reconhecimento público não só da Câmara Municipal, como também das Instituições do nosso Concelho, que apostam em nós como veículo de promoção da nossa cidade.
O nosso esforço e espírito de aventura já nos tinham conduzido a outros projectos audazes, como seja a realização do nosso FITAFF (Festival Internacional de Tunas Académicas da Figueira da Foz) que, desde a 1ª edição, em 1998, foi um sucesso, quer em termos qualitativos – em relação às tunas convidadas –, quer em termos quantitativos – pelo elevado número de público presente. Foi este mesmo sucesso que levou a que gravássemos o CD do II FITAFF, apresentado ao público em Dezembro de 2001.
Ao longo destes anos de existência, foram muitas as dificuldades enfrentadas, foram muitos os aborrecimentos, mas foram muitos mais os momentos de alegria e de orgulho pelo trabalho conseguido. Mais do que nunca, entendemos as palavras do poeta:"…o homem sonha e a obra nasce.".
De facto, com esforço, dedicação e amizade tudo é possível.
Neste sentido, muito devemos aos nossos AMIGOS DA UNIVERSIDADE CATÓLICA, que tiveram a tenacidade e a audácia suficientes para enfrentar tamanho projecto connosco, e à UNIVERSIDADE INTERNACIONAL, o berço da I.N.A, agora Tuna da Cidade da Figueira da Foz.
Decorridos quase, quase quase...12 anos, a Imperial Neptuna Académica continua a apresentar no seu Diário de Bordo milhas e milhas percorridas por este nosso Portugal fora e também pela Europa, que serão reportadas no nosso Blog - Deus Neptuno.
Deus Neptuno
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sexta-feira, maio 25, 2007
A Imperial Neptuna Académica - Tuna da Cidade da Figueira da Foz vai realizar nos dias 8 e 9 de Junho o X Festival Internacional de Tunas Académicas da Figueira da Foz.
Assim, hoje a 25 de Maio de 2007, no âmbito da divulgação e promoção do X FITAFF, é dado a conhecer à blogoesfera figueirense e mundial o nosso blog de sua graça deusneptuno.blogspot.com
O nosso blog disponibilizará a todos os cibernautas pormenores da organização da X edição do FITAFF, historiografia das tunas participantes, dados relativos às nove edições anteriores, bem como testemunhos de personalidades, tunas e instituições que com a nossa associação têm privado nesta iniciativa cultural.
Desejamos que seja um espaço de fraterno companheirismo, amizade, convívio, debate e tertúlia .
Após o encerramento do X FITAFF o deusneptuno.blogspot.com será o altar supremo informativo das nossas actividades, produção musical, actuações e o quotidiano da nossa mui amada Imperial Neptuna Académica.
Esta é mais uma janela aberta para todos que sentem carinho e gosto por esta nobre Instituição.
É compromisso de honra de todos os Neptunos manterem este espaço vivo e dinâmico.
Bem haja a todos e saudações Neptunescas
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Assim, hoje a 25 de Maio de 2007, no âmbito da divulgação e promoção do X FITAFF, é dado a conhecer à blogoesfera figueirense e mundial o nosso blog de sua graça deusneptuno.blogspot.com
O nosso blog disponibilizará a todos os cibernautas pormenores da organização da X edição do FITAFF, historiografia das tunas participantes, dados relativos às nove edições anteriores, bem como testemunhos de personalidades, tunas e instituições que com a nossa associação têm privado nesta iniciativa cultural.
Desejamos que seja um espaço de fraterno companheirismo, amizade, convívio, debate e tertúlia .
Após o encerramento do X FITAFF o deusneptuno.blogspot.com será o altar supremo informativo das nossas actividades, produção musical, actuações e o quotidiano da nossa mui amada Imperial Neptuna Académica.
Esta é mais uma janela aberta para todos que sentem carinho e gosto por esta nobre Instituição.
É compromisso de honra de todos os Neptunos manterem este espaço vivo e dinâmico.
Bem haja a todos e saudações Neptunescas
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